O desabamento do teto do Ginásio Castelinho, ocorrido na madrugada desta quarta-feira (6), pegou todos de surpresa. Primeiro porque uma estrutura daquele porte dificilmente cede – só pegar exemplos ao redor do Brasil.
Além disso, em dezembro de 2013, o governo Roseana firmou contrato que tinha como objeto a “execução de serviços de recuperação do Ginásio de Esportes Castelinho”, no valor de R$ 179.416,16, assinado pelo então secretário de Esporte e Lazer Joaquim Haickel com a empresa Rio Mapary Ltda.
Ou seja, em menos de cinco anos do serviço – se é mesmo que ele foi realizado – específico para a recuperação do teto que desabou, o incidente não deveria ter ocorrido.
O mais provável é que tenha havido erro no projeto ou a execução tenha sido malfeita. Esses fatos precisam ser investigados, sobretudo depois da postura despudorada dos veículos de comunicação dos Sarney em relação ao episódio para atacar o atual governo.
O teto do Castelinho pode entrar no rol das heranças malditas deixadas por Roseana para o governo Flávio Dino.
Do Marrapá