Blog do Waldemar Ter

PORTO FRANCO: Prefeito Nelson debocha da Justiça ao fazer de sua casa consultório pago com dinheiro do SUS

O prefeito de Porto Franco, Nelson Horário, debocha da Justiça ao fazer de sua casa consultório pago com dinheiro do SUS.
Tudo de olho  nas eleições do próximo ano, trocando voto por atendimento médico.
Enquanto isso,  o município está entregue ao caos administrativo em todos os setores. Os serviços públicos que sempre foram referência, inclusive na própria saúde, assim como na educação, assistencia social, produção agrícola, um dos pólos de desenvolvimento do Sul do Estado, sofre com a má gestão do prefeito.
Um prefeito que nos dias atuais, no primeiro dia da semana, amanhece o dia consultando na sua casa e ainda usando materiais do SUS, não precisa dizer mais nada.
O Ministério Público precisa abrir os olhos!
Mas o dito cujo debocha das leis, ele que responde a um recorde de ações na Justiça.
REVEJA TRECHO DA POSTAGEM SOBRE O CRIME DO PREFEITO
“Prefeito vende como bondade o atendimento que deveria ser realizado na Unidade de Saúde, se tivesse atendimento.
“Nem o presidente da República pode me impedir de atender na minha casa”, disse o prefeito da cidade de Porto Franco, que é médico, mas provavelmente a frase deve ser um recado aos seus opositores e não para Bolsonaro.
Do blog do  Holden Arruda
Há menos de 2 anos do processo eleitoral, Nelson Horácio vê no atendimento diário em sua residência uma porta para sua reeleição, o problema é que a atitude é claramente eleitoreira, visto que em nenhum outro período, a não ser o de campanha, o médico abriu a porta da sua residência para atendimento.
Todos os dias, peregrinos amanhecem na porta de sua porta logo cedo pela manhã. As filas denunciam a precariedade do atendimento que deveriam ser realizados de forma convencional, nos consultórios das Unidades de Saúde descentralizadas, isto é, nos bairros da cidade e pré-diagnosticados pela triagem do PS, a fila matinal, na verdade, denuncia o descaso da saúde pública que limitou o numero de médicos nos postos para forçar o atendimento precário na casa do prefeito.

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