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CAMPANHA: Bolsonaro passa por cirurgia após ser esfaqueado em ato em Juiz de Fora

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL)foi retirado às pressas de um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), depois de ser esfaqueado. A informação foi confirmada pela Polícia Militar mineira e pela Polícia Federal. Um homem foi preso em flagrante.

Do UOL

 

Bolsonaro é o primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência.

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O candidato foi levado para a Santa Casa de Juiz de Fora, no setor de urgência e emergência, mas o hospital não informou o estado de saúde dele.

Segundo um de seus filhos, o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), o presidenciável “sofreu um atentado” com “uma estocada com faca na região do abdômen”, e passa bem. De acordo com o parlamentar, o ferimento “foi apenas superficial”. “Peço que intensifiquem as orações por nós!”, escreveu, em postagem no Twitter. Em entrevista por telefone à GloboNews, Flávio Bolsonaro disse que seu pai levou seis pontos na região do abdome.

A Polícia Militar de Juiz de Fora confirmou que esfaqueamento aconteceu na rua Halfeld, no centro da cidade. Um homem suspeito do crime foi preso em flagrante e levado para a superintendência da Polícia Federal na cidade mineira para prestar esclarecimentos.

Segundo a PF, o homem ainda não foi identificado porque, no momento em que foi detido, ele estava sem os documentos. Ainda de acordo com a polícia, o suspeito ainda não prestou depoimento.

Em imagens divulgadas em redes sociais, o deputado federal aparece sendo carregado por outros homens durante o ato de campanha. Depois de ser tocado pelo objeto, enquanto está no meio de apoiadores, Bolsonaro faz expressão de dor.

Reprodução

O superintendente de Investigação e Polícia Judiciária da polícia Civil de Minas Gerais, Carlos Capristrano, disse que os policiais tiveram dificuldade em retirar o suspeito do crime do local porque apoiadores de Bolsonaro tentavam agredi-lo.

“A informação que obtive do local é que a polícia teve dificuldades em tirar o suspeito da área porque muitos apoiadores queriam linchar o rapaz”, afirmou o delegado.

Mais cedo, o próprio deputado federal falou sobre o seu “aparato de segurança”. “Todos que estão comigo são da Polícia Federal e são voluntários. Até vocês que não integram ou nunca integraram forças de segurança, como civis, colaboram nesse momento porque os senhores querem em grande parte ver mudar o nosso Brasil”, declarou, a apoiadores.

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